Sabedores que metas são ruínas na verdade, ficções para a ação, nos resta abdicar do planejamento, descansar de pensar no futuro. Um fim último, que é a monotonia do descaso, remete-nos à frustração. A frustração de impotência, da nossa luta daquilo que se baseou em elucubrações abobadas da ingenuidade da nossa filosofia, da pouca importância que demos a nos conhecer. Para a inocuidade do nosso ser: "saboreie o fracasso"; não como que se houvesse mais opções para não fazê-lo, porque não havendo, como não há, é o sucesso que nos resta.
Matheus
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