Os resíduos propedêuticos que habitam o diverso do pensamento, acusam o ser escusado que pretende tomar o adjetivo da natureza, que sossega em parâmetros antropomórficos segundo os postulados da mente humana, se deita e dorme em paralogismos. A quimera a quem chamam Deus, em rabiscos do sobrenatural desenhados por homens argutos que amam o revés da lógica e criam premiações meritocráticas baseadas nos ditos dos tolos, vive somente na ótica desossada deles mesmos, no primado da abstração mais infantil sobre o homem e a existência que o precede, especificamente.
A latente e caricata carência do homem em ser mais do que é, cria da sua presunção raciocínios preeminentes para coadunar a especulação da afirmação do que se pretende se ter por existência 'algo' sem causa, que supera a causa e se faz ela com base em nada, numa ótica pequena sobre o além. Nada podendo se afirmar sua existência por sobre evidências materiais, apelam para contorna-Lo em raciocínios sistêmicos duma lógica farsante, abusada de lacunas dentro dos próprios pensamentos para fingir autenticidade e crédito vinculado a razão que se quebra no fato de sem evidências existir e no próprio ato de pensar sobre o, óbvio imaginário, sucumbir pela razão. E para desmerecer uma mentira, precisamos apenas nega-la.
A latente e caricata carência do homem em ser mais do que é, cria da sua presunção raciocínios preeminentes para coadunar a especulação da afirmação do que se pretende se ter por existência 'algo' sem causa, que supera a causa e se faz ela com base em nada, numa ótica pequena sobre o além. Nada podendo se afirmar sua existência por sobre evidências materiais, apelam para contorna-Lo em raciocínios sistêmicos duma lógica farsante, abusada de lacunas dentro dos próprios pensamentos para fingir autenticidade e crédito vinculado a razão que se quebra no fato de sem evidências existir e no próprio ato de pensar sobre o, óbvio imaginário, sucumbir pela razão. E para desmerecer uma mentira, precisamos apenas nega-la.
Matheus
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